Música rápida é quase tão boa quanto café para pensar rápido. As batidas da bateria quase te obrigam a fazer uma sinapse nova, abandonar linhas falhas de raciocínio, obter resultados. É necessária uma certa capacidade de abstração (de forma alguma o ouvinte deve se concentrar na música, mas deve ouvi-la e associá-la ao que faz) e de concentração (para não se distrair da tarefa principal). Tendo estas características, basta deixar que um bom heavy metal e seu subconsciente façam o serviço.
Ouvindo Blind Guardian - Majesty:
"Now the time has come for me to leave this land
Take my charge with pride sacrifice
Running and hiding I'm left for the time
To bring back the order of devine
Hunted by goblins no Gandalf to help
With swords in the night
Oh the last part of the game
Decision of death and life
Blood for Sauron they'll call tonight
The final battle cry
Running and hiding I'm left for the time
To bring back the order of devine
There exist no tales and hobbits are crying for all
Children of death
I have a dream the things you've to hide for
Deliver our kingdom and our reich
Don't fall in panic just give me the thing
That I need or I kill
Don't run away for what have I done
Ref.:
Oh majesty your kingdom is lost
And you'll leave us behind
Oh majesty your kingdom is lost
And ruins remind of your time
Now come back
(Solo)
Ref.
Run, run, run
Cries Cries in a dark land
Hear the voice it's cold as ice
Eyes they are watching
They look for me but cannot find
Creature is following no place to escape
My last steps will find the right way
Where's the future the call of the blind
Cause there is none to find
Watch the sky you see no light
My weapons burst with fear
With the howling wolves the nazgul will die
For all Children of death
Cries Cries in a dark land
Hear the voice it's cold as ice
Eyes they are watching
They look for me but cannot find
Run Run for the whole world
It's time you cannot wait
Lost Lost in a dark world
You feel the strange but cannot see
Too many battles we carry along from the war
And too many frightens we feel from his law
For so many victories we're praising so strong
For so many blood we've lost
Ref.
Run, run"
Thursday, February 27, 2003
Monday, February 24, 2003
HAHAHAHA!
Ninguém está a salvo da pseudo-teo-ciência
Hahaha!!!
Pra quem é fã de Newton, tem aquela percepção idealizada do supergênio científico... aqui vai:
Newton se metia a teólogo, era herege, passou boa parte da vida dele dedicado a a procurar códigos na bíblia (isso o torna o primeiro pseudo-teo-cientista da história?)
Aqui está um link para uma notícia sobre seu maior feito neste campo: Ele descobriu que o Apocalipse cairá sobre a Terra em 2060
Mas o fim seria feliz... depois disso viriam mil anos de mundo perfeito, governado por santos, e adivinhem... ele seria um desses santos...
É de fazer esotéricos, Testemunhas de Jeová, programadores de COBOL falando do bug do milênio, Nostradamus, ecologistas, Hollywood e todo tipo de "O fim está próximo" morrer de inveja...
E o mais legal é que (1) na época em que ele previu o fim não estava próximo, e (2) ele não pegou um número redondo bonitinho com 3 zeros no final...
É uma pena, porque não planejo viver 78 anos, e ainda tinha alguma esperança de poder enfrentar as hordas infernais com um rifle de plasma, DOOM style...
Ninguém está a salvo da pseudo-teo-ciência
Hahaha!!!
Pra quem é fã de Newton, tem aquela percepção idealizada do supergênio científico... aqui vai:
Newton se metia a teólogo, era herege, passou boa parte da vida dele dedicado a a procurar códigos na bíblia (isso o torna o primeiro pseudo-teo-cientista da história?)
Aqui está um link para uma notícia sobre seu maior feito neste campo: Ele descobriu que o Apocalipse cairá sobre a Terra em 2060
Mas o fim seria feliz... depois disso viriam mil anos de mundo perfeito, governado por santos, e adivinhem... ele seria um desses santos...
É de fazer esotéricos, Testemunhas de Jeová, programadores de COBOL falando do bug do milênio, Nostradamus, ecologistas, Hollywood e todo tipo de "O fim está próximo" morrer de inveja...
E o mais legal é que (1) na época em que ele previu o fim não estava próximo, e (2) ele não pegou um número redondo bonitinho com 3 zeros no final...
É uma pena, porque não planejo viver 78 anos, e ainda tinha alguma esperança de poder enfrentar as hordas infernais com um rifle de plasma, DOOM style...
Friday, February 21, 2003
"Ghost of the Navigator
I have sailed to many lands now I make my final journey
On the bow I stand, west is where I go
Through the night I plough still my heart calculate and pray
As the compass sways my will is strong
I will not be led astray
Mysteries of time clouds that hide the sun
But I know, I know
I see the ghosts of navigators but they're lost
As they sail into the sunset they'll count the cost
As their skeletons accusing emerge from the sea
The sirens of the rocks, they beckon me
Take my heart and set it free
Carried forward by the waves
Nowhere left to run, Navigator's sun
Chasing rainbows all my days
Where I go I do not know
I only know the place I've been
Dreams they come and go, ever shall be so
Nothing's real until you see
I steer between the crashing rocks, the sirens call my name
Lash my hands onto the helm, blood surging with the strain
I will not fail now as sunrise comes the darkness left behind
For eternity I follow on there is no other way
Mysteries of time clouds that hide the sun
But I know, I know"
- Iron Maiden
I have sailed to many lands now I make my final journey
On the bow I stand, west is where I go
Through the night I plough still my heart calculate and pray
As the compass sways my will is strong
I will not be led astray
Mysteries of time clouds that hide the sun
But I know, I know
I see the ghosts of navigators but they're lost
As they sail into the sunset they'll count the cost
As their skeletons accusing emerge from the sea
The sirens of the rocks, they beckon me
Take my heart and set it free
Carried forward by the waves
Nowhere left to run, Navigator's sun
Chasing rainbows all my days
Where I go I do not know
I only know the place I've been
Dreams they come and go, ever shall be so
Nothing's real until you see
I steer between the crashing rocks, the sirens call my name
Lash my hands onto the helm, blood surging with the strain
I will not fail now as sunrise comes the darkness left behind
For eternity I follow on there is no other way
Mysteries of time clouds that hide the sun
But I know, I know"
- Iron Maiden
Wednesday, February 12, 2003
Em homenagem à estupidez do Bush e de todos os interesses sujos que ele representa.
A CANÇÃO DO SENHOR DA GUERRA
Letra e Música: Renato Russo
"Existe alguém esperando por você
Que vai comprar a sua juventude
E convencê-lo a vencer
Mais uma guerra sem razão
Já são tantas as crianças com armas na mão
Mas explicam novamente que a guerra gera empregos
Aumenta a produção
Uma guerra sempre avança a tecnologia
Mesmo sendo guerra santa
Quente, morna ou fria
Pra que exportar comida?
Se as armas dão mais lucros na exportação
Existe alguém que está contando com você
Pra lutar em seu lugar já que nessa guerra
Não é ele quem vai morrer
E quando longe de casa
Ferido e com frio o inimigo você espera
Ele estará com outros velhos
Inventando novos jogos de guerra
Que belíssimas cenas de destruição
Não teremos mais problemas
Com a superpopulação
Veja que uniforme lindo fizemos pra você
E lembre-se sempre que Deus está
Do lado de quem vai vencer
O senhor da guerra
Não gosta de crianças
O senhor da guerra
Não gosta de crianças
O senhor da guerra
Não gosta de crianças
O senhor da guerra
Não gosta de crianças
O senhor da guerra
Não gosta de crianças
O senhor da guerra
Não gosta de crianças"
A CANÇÃO DO SENHOR DA GUERRA
Letra e Música: Renato Russo
"Existe alguém esperando por você
Que vai comprar a sua juventude
E convencê-lo a vencer
Mais uma guerra sem razão
Já são tantas as crianças com armas na mão
Mas explicam novamente que a guerra gera empregos
Aumenta a produção
Uma guerra sempre avança a tecnologia
Mesmo sendo guerra santa
Quente, morna ou fria
Pra que exportar comida?
Se as armas dão mais lucros na exportação
Existe alguém que está contando com você
Pra lutar em seu lugar já que nessa guerra
Não é ele quem vai morrer
E quando longe de casa
Ferido e com frio o inimigo você espera
Ele estará com outros velhos
Inventando novos jogos de guerra
Que belíssimas cenas de destruição
Não teremos mais problemas
Com a superpopulação
Veja que uniforme lindo fizemos pra você
E lembre-se sempre que Deus está
Do lado de quem vai vencer
O senhor da guerra
Não gosta de crianças
O senhor da guerra
Não gosta de crianças
O senhor da guerra
Não gosta de crianças
O senhor da guerra
Não gosta de crianças
O senhor da guerra
Não gosta de crianças
O senhor da guerra
Não gosta de crianças"
Tuesday, February 11, 2003
Eu quero meu Big Crunch!
Cientistas da NASA acabaram de descobrir provas de que a "Energia Negra" (Dark Energy) existe, e que o Universo vai expandir indefinidamente. É isso aí... o próprio Hawking (um grande defensor do Big Crunch) já fez uma declaração dizendo que suas teorias são compatíveis com um universo expandindo indefinidamente.
<Technobabble>Basicamente a tal energia negra provê energia suficiente aos astros pra anular a gravidade e continuar se movendo pra longe uns dos outros</Technobabble>
Eu quero meu Big Crunch. Um Crunch bem grande e gostoso de chocolate com flocos de arroz...
Cientistas da NASA acabaram de descobrir provas de que a "Energia Negra" (Dark Energy) existe, e que o Universo vai expandir indefinidamente. É isso aí... o próprio Hawking (um grande defensor do Big Crunch) já fez uma declaração dizendo que suas teorias são compatíveis com um universo expandindo indefinidamente.
<Technobabble>Basicamente a tal energia negra provê energia suficiente aos astros pra anular a gravidade e continuar se movendo pra longe uns dos outros</Technobabble>
Eu quero meu Big Crunch. Um Crunch bem grande e gostoso de chocolate com flocos de arroz...
Sunday, February 09, 2003
Perry Rhodan
Nas minhas incursões pelo mundo escondido dos eBooks da undernet (já mencionado), encontrei parte de uma série que eu procurava há muito tempo. Perry Rhodan é a maior série de ficção científica escrita pela humanidade. Os volumes em alemão (originais) são mais de 2000. Se não me engano, a publicação é semanal. No Brasil, foram publicados uns 600 volumes pela Ediouro, em formato de bolso.
Há muitos anos atrás, tive acesso a alguns dos livros desta série. A idéia utilizada no início da série, para justificar um súbito avanço político, econômico e tecnológico da humanidade, é muito boa e perfeitamente plausível. Prestes a iniciar a terceira guerra, num cenário fictício mas não muito distante daquele da guerra fria, subitamente os governos das grandes potências se vêem forçados a uma união frente a uma ameaça alienígena. Perry Rhodan, líder da primeira expedição tripulada à Lua, encontra lá uma nave de uma raça muito avançada tecnologicamente mas em decadência. Os alienígenas requesitam ajuda para restaurar sua nave. Para tal, Rhodan volta à Terra com alguns equipamentos dos Arkônidas, pousa no deserto de Gobi, instala um campo de força ao redor da sua nave e se declara uma nova potência, neutra. As grandes potências mundiais, antes preocupadas exclusivamente consigo mesmas, passam a temer Rhodan e se unem para atacá-lo. A história fictícia da conquista espacial da humanidade, relatada na série, começa neste ponto.
Disponibilizei os três primeiros livros em html nos endereços abaixo. Estão em inglês, quase perfeitos (excetuando alguns erros ortográficos provindos do OCR). Para quem se interessar e quiser continuar, pelo menos os 100 primeiros volumes podem ser encontrados na undernet (ou, seguindo a sugestão do Otávio, em irc.bookwarez.net (#bw)).
Clique para ler: Enterprise Stardust, The Third Power, The Radiant Dome.
Nas minhas incursões pelo mundo escondido dos eBooks da undernet (já mencionado), encontrei parte de uma série que eu procurava há muito tempo. Perry Rhodan é a maior série de ficção científica escrita pela humanidade. Os volumes em alemão (originais) são mais de 2000. Se não me engano, a publicação é semanal. No Brasil, foram publicados uns 600 volumes pela Ediouro, em formato de bolso.
Há muitos anos atrás, tive acesso a alguns dos livros desta série. A idéia utilizada no início da série, para justificar um súbito avanço político, econômico e tecnológico da humanidade, é muito boa e perfeitamente plausível. Prestes a iniciar a terceira guerra, num cenário fictício mas não muito distante daquele da guerra fria, subitamente os governos das grandes potências se vêem forçados a uma união frente a uma ameaça alienígena. Perry Rhodan, líder da primeira expedição tripulada à Lua, encontra lá uma nave de uma raça muito avançada tecnologicamente mas em decadência. Os alienígenas requesitam ajuda para restaurar sua nave. Para tal, Rhodan volta à Terra com alguns equipamentos dos Arkônidas, pousa no deserto de Gobi, instala um campo de força ao redor da sua nave e se declara uma nova potência, neutra. As grandes potências mundiais, antes preocupadas exclusivamente consigo mesmas, passam a temer Rhodan e se unem para atacá-lo. A história fictícia da conquista espacial da humanidade, relatada na série, começa neste ponto.
Disponibilizei os três primeiros livros em html nos endereços abaixo. Estão em inglês, quase perfeitos (excetuando alguns erros ortográficos provindos do OCR). Para quem se interessar e quiser continuar, pelo menos os 100 primeiros volumes podem ser encontrados na undernet (ou, seguindo a sugestão do Otávio, em irc.bookwarez.net (#bw)).
Clique para ler: Enterprise Stardust, The Third Power, The Radiant Dome.
Thursday, February 06, 2003
Invisibilidade?
A notícia divulgada no Terra, traduzida diretamente do original do Ananova News não é muito clara. Não se pode concluir ao certo se a fotografia foi tirada normalmente ou se a imagem é apenas resultado de uma montagem. De qualquer forma, bastante interessante. Parece que é baseada em um princípio simples, já previsto por algumas séries de ficção científica, que basicamente consiste em projetar de um lado da roupa a imagem captada no lado oposto.
A notícia divulgada no Terra, traduzida diretamente do original do Ananova News não é muito clara. Não se pode concluir ao certo se a fotografia foi tirada normalmente ou se a imagem é apenas resultado de uma montagem. De qualquer forma, bastante interessante. Parece que é baseada em um princípio simples, já previsto por algumas séries de ficção científica, que basicamente consiste em projetar de um lado da roupa a imagem captada no lado oposto.
Monday, February 03, 2003
Walking in the air
"We're walking in the air
We're floating in the moonlit sky
The people far below are sleeping as we fly
I'm holding very tight
I'm riding in the midnight blue
I'm finding I can fly so high above with you
Far across the world
The villages go by like trees
the rivers and the hills
The forest and the streams
Children gaze open mouth
Taken by suprise
Nobody down below believes their eyes
We're surfing in the air
We're swimming in the frozen sky
We're drifting over icy
mountains floating by
Suddenly swooping low on an ocean deep
Arousing of a mighty monster from its sleep
We're walking in the air
We're floating in the midnight sky
And everyone who sees us greets us as we fly"
- Nightwish
"We're walking in the air
We're floating in the moonlit sky
The people far below are sleeping as we fly
I'm holding very tight
I'm riding in the midnight blue
I'm finding I can fly so high above with you
Far across the world
The villages go by like trees
the rivers and the hills
The forest and the streams
Children gaze open mouth
Taken by suprise
Nobody down below believes their eyes
We're surfing in the air
We're swimming in the frozen sky
We're drifting over icy
mountains floating by
Suddenly swooping low on an ocean deep
Arousing of a mighty monster from its sleep
We're walking in the air
We're floating in the midnight sky
And everyone who sees us greets us as we fly"
- Nightwish
Sunday, February 02, 2003
O paraíso dos livros eletrônicos é a undernet (us.undernet.org). Encontrei ontem à noite o canal #bookz, que simplesmente disponibiliza (através de bots) todo o material em inglês que consegui imaginar para procurar. Algumas coisas também em alemão e espanhol, não muitas. Ler no computador não é muito bom, mas para quem tem que conviver com a demora das editoras nacionais e com o preço alto do dólar, pode ser uma boa opção. Para usar, entrem lá usando qualquer cliente IRC e digitem @find qualquer coisa no canal. Funciona.
Vittorio, The Vampire
Terminei agora há pouco. Neste volume, Anne Rice experimenta algumas mudanças. Para começar, Vittorio não tem nenhuma ligação com os glamourosos vampiros de seus livros anteriores, o grupo unido na figura do Vampiro Lestat (o mais famoso entre os seus vampiros, dentro e fora dos livros). Além disto, o estilo no início e no fim do livro é completamente diferente. Ao invés das descrições poéticas, do romantismo e da exuberância de detalhes, vemos comentários que utilizam uma linguagem muito informal, numa perspectiva totalmente pessoal e subjetiva do narrador, Vittorio. Interessante, mas o estilo normal da autora (e que é, naturalmente, o que predomina também neste livro) me agrada muito mais.
Na Florença do século XVI, acompanhamos o narrador em sua profunda devoção pelos artistas sacros da época, patrocinados pelos Medici (que também aparecem na história). Presenciamos a tensão causada pela guerra entre Florença e Milão. E, confirmando o que me parece uma crescente inclinação religiosa da autora (já manifestada em "Memnoch" e em "O Vampiro Armand"), vemos anjos saírem - literalmente - das pinturas para auxiliar o protagonista em sua vingança contra os vampiros que destruíram sua família.
Não tão bom quanto os outros volumes das Crônicas Vampirescas, mas ainda assim bom.
'"You are the angel," I said, "whom the Lord gives permission to wield that sword." There came no response from him. I went on. "You are the angel who slew the firstborn of Egypt," I said. No response. "You are the angel, the angel who can avenge."
He nodded, but only really with his eyes. They closed and then opened. '
Terminei agora há pouco. Neste volume, Anne Rice experimenta algumas mudanças. Para começar, Vittorio não tem nenhuma ligação com os glamourosos vampiros de seus livros anteriores, o grupo unido na figura do Vampiro Lestat (o mais famoso entre os seus vampiros, dentro e fora dos livros). Além disto, o estilo no início e no fim do livro é completamente diferente. Ao invés das descrições poéticas, do romantismo e da exuberância de detalhes, vemos comentários que utilizam uma linguagem muito informal, numa perspectiva totalmente pessoal e subjetiva do narrador, Vittorio. Interessante, mas o estilo normal da autora (e que é, naturalmente, o que predomina também neste livro) me agrada muito mais.
Na Florença do século XVI, acompanhamos o narrador em sua profunda devoção pelos artistas sacros da época, patrocinados pelos Medici (que também aparecem na história). Presenciamos a tensão causada pela guerra entre Florença e Milão. E, confirmando o que me parece uma crescente inclinação religiosa da autora (já manifestada em "Memnoch" e em "O Vampiro Armand"), vemos anjos saírem - literalmente - das pinturas para auxiliar o protagonista em sua vingança contra os vampiros que destruíram sua família.
Não tão bom quanto os outros volumes das Crônicas Vampirescas, mas ainda assim bom.
'"You are the angel," I said, "whom the Lord gives permission to wield that sword." There came no response from him. I went on. "You are the angel who slew the firstborn of Egypt," I said. No response. "You are the angel, the angel who can avenge."
He nodded, but only really with his eyes. They closed and then opened. '
Thursday, January 30, 2003
POLL:
Vocês acham que está na hora deste blog ter uma barra lateral com links pra outros blogs e outras coisas relevantes? Deve ser separada por autor (assim você escolhe se blogsurfa entre conhecidos de conhecidos ou entre conhecidos de conhecidos de conhecidos)? Deve ter coisas pessoais (tipo medidor de humor, botões pra doação...Até onde eu sei, nenhum dos autores deste blog tem um blog pessoal/individual pra por essas coisas...) ou apenas links? links pra sites também ou só pra outros blogs?
Usem os comentários pra votar, se o Haloscan estiver de bom humor...
P.S.: Isso não é uma democracia. Os autores lerão os votos, e decidirão entre si como deve ser. Porém a decisão pode ser levemente influenciada pelos votos...
P.P.S.: A gente não gosta de você de verdade. Se você não colocar um link pro seu blog no comentário, a gente provavelmente vai esquecer que você existe e te deixar de fora...
P.P.P.S.: <sarcasmo>Acho que deveria haver uma tag HTML pra indicar sarcasmo... assim pessoas mais <SARCASMO>humoristicamente debilitadas</SARCASMO> poderiam usar uma opção no browser pra deixar as frases sarcásticas facilmente reconhecíveis e evitar mal entendidos...</sarcasmo>
Vocês acham que está na hora deste blog ter uma barra lateral com links pra outros blogs e outras coisas relevantes? Deve ser separada por autor (assim você escolhe se blogsurfa entre conhecidos de conhecidos ou entre conhecidos de conhecidos de conhecidos)? Deve ter coisas pessoais (tipo medidor de humor, botões pra doação...Até onde eu sei, nenhum dos autores deste blog tem um blog pessoal/individual pra por essas coisas...) ou apenas links? links pra sites também ou só pra outros blogs?
Usem os comentários pra votar, se o Haloscan estiver de bom humor...
P.S.: Isso não é uma democracia. Os autores lerão os votos, e decidirão entre si como deve ser. Porém a decisão pode ser levemente influenciada pelos votos...
P.P.S.: A gente não gosta de você de verdade. Se você não colocar um link pro seu blog no comentário, a gente provavelmente vai esquecer que você existe e te deixar de fora...
P.P.P.S.: <sarcasmo>Acho que deveria haver uma tag HTML pra indicar sarcasmo... assim pessoas mais <SARCASMO>humoristicamente debilitadas</SARCASMO> poderiam usar uma opção no browser pra deixar as frases sarcásticas facilmente reconhecíveis e evitar mal entendidos...</sarcasmo>
Friday, January 24, 2003
Para quem tem algum interesse em entender a Bíblia ou em saber como os fiéis (judeus ou cristãos) a entendem, recomendo os seguintes artigos da Folha de S. Paulo, ambos de autoria de Frei Betto.
- A Bíblia em 12 passos
- A Bíblia é o jornal de Deus
- A Bíblia em 12 passos
- A Bíblia é o jornal de Deus
Thursday, January 16, 2003
Studio Ghibli
Sim, Anime de novo. Agora não vou falar de um só, mas de um estúdio, supra-citado, e de um autor, Hayao Miyazaki. Seus longa-metragens são obras de arte.
Entrei em contato com o autor através de Mononoke Hime. É uma aventura ecológica, com personagens bem elaborados (não há personagens bons ou maus, só motivações diferentes), uma história muito bem costurada, e alguma violência. Na verdade bastante violência. O suficiente para após a Disney ter comprado os direitos do filme e chamado algumas estrelas para fazer a dublagem ter que amargar um prejuízo devido à classificação etária alta (Nos EUA adultos não assistem desenho animado...).
Para se ter uma idéia, a primeira vez que o protagonista encontra a San, a Princesa Mononoke em questão, ela está sugando e cuspindo o sangue "sujo" da ferida de um lobo. Ela então limpa o rosto com o antebraço, e olha pra ele, com a boca e o rosto manchados de sangue, e uma faca na mão. O pôster do filme, exibido na página "supra-linkada", mostra esta cena...
A última produção do Miyazaki vem colecionando prêmios, tanto em festivais de animação quanto em festivais de cinema. Trata-se de Spirited Away, uma aventura fantástica ao estilo de Alice no País das Maravilhas, A História Sem Fim e A Busca Onírica pela Desconhecida Kadath (livre-tradução minha para o título de "The Dream Quest for Unknown Kadath"... uma fantasia como as outras duas, mas bem mais "dark", assim como o anime). A história fala sobre uma garotinha de 10 anos, que após seus pais se perderem em uma estrada, acaba indo parar em uma "Casa de Banho para Deuses", habitada por fantasmas. Para não ser morta, Chihiro tem que abdicar do seu nome e sua natureza humana, e trabalhar para a bruxa que administra o local, Yu-Baaba.
O objetivo do desenho é mostrar uma garota séria e emburrada redescobrindo a infância através de experiências fantásticas. O foco é na reação da Chihiro/Sen às interações com os seres (alguns impossíveis de classificar entre "bem e mal") que freqüentam o local. Nas palavras do autor, no final ela vence não por destruir o mal... assim como o mundo nao pode desaparecer (o mal também não pode), mas porque ela encontra vontade de viver. De um Japão atual psicoticamente industrializado, ela encontra a oportunidade de ser criança em um cenário bucólico clássico japonês...
Fora esses dois, assisti Nausicaa, uma aventura ao estilo de Mononoke, mas bem mais leve, e enquanto escrevo estou me preparando para assistir Laputa - Castle in The Sky (eta título cacofônico...). E torço para que Spirited Away passe no cinema por aqui também.
Sim, Anime de novo. Agora não vou falar de um só, mas de um estúdio, supra-citado, e de um autor, Hayao Miyazaki. Seus longa-metragens são obras de arte.
Entrei em contato com o autor através de Mononoke Hime. É uma aventura ecológica, com personagens bem elaborados (não há personagens bons ou maus, só motivações diferentes), uma história muito bem costurada, e alguma violência. Na verdade bastante violência. O suficiente para após a Disney ter comprado os direitos do filme e chamado algumas estrelas para fazer a dublagem ter que amargar um prejuízo devido à classificação etária alta (Nos EUA adultos não assistem desenho animado...).
Para se ter uma idéia, a primeira vez que o protagonista encontra a San, a Princesa Mononoke em questão, ela está sugando e cuspindo o sangue "sujo" da ferida de um lobo. Ela então limpa o rosto com o antebraço, e olha pra ele, com a boca e o rosto manchados de sangue, e uma faca na mão. O pôster do filme, exibido na página "supra-linkada", mostra esta cena...
A última produção do Miyazaki vem colecionando prêmios, tanto em festivais de animação quanto em festivais de cinema. Trata-se de Spirited Away, uma aventura fantástica ao estilo de Alice no País das Maravilhas, A História Sem Fim e A Busca Onírica pela Desconhecida Kadath (livre-tradução minha para o título de "The Dream Quest for Unknown Kadath"... uma fantasia como as outras duas, mas bem mais "dark", assim como o anime). A história fala sobre uma garotinha de 10 anos, que após seus pais se perderem em uma estrada, acaba indo parar em uma "Casa de Banho para Deuses", habitada por fantasmas. Para não ser morta, Chihiro tem que abdicar do seu nome e sua natureza humana, e trabalhar para a bruxa que administra o local, Yu-Baaba.
O objetivo do desenho é mostrar uma garota séria e emburrada redescobrindo a infância através de experiências fantásticas. O foco é na reação da Chihiro/Sen às interações com os seres (alguns impossíveis de classificar entre "bem e mal") que freqüentam o local. Nas palavras do autor, no final ela vence não por destruir o mal... assim como o mundo nao pode desaparecer (o mal também não pode), mas porque ela encontra vontade de viver. De um Japão atual psicoticamente industrializado, ela encontra a oportunidade de ser criança em um cenário bucólico clássico japonês...
Fora esses dois, assisti Nausicaa, uma aventura ao estilo de Mononoke, mas bem mais leve, e enquanto escrevo estou me preparando para assistir Laputa - Castle in The Sky (eta título cacofônico...). E torço para que Spirited Away passe no cinema por aqui também.
Saturday, January 11, 2003
Terminei de ler a terceira obra do Machado de Assis destas férias, Quincas Borba. Foram, até agora, Helena, Iaiá Garcia e a primeira citada. Resolvi lê-las por dois motivos: baixíssimo custo (adquiridas as três em um sebo por R$ 10) e o fato de serem clássicos. Por sinal, justamente sobre isto foi a minha constatação cultural mais importante dos últimos anos. Pode parecer trivial, mas eu nunca tinha parado pra pensar desta forma: "os clássicos não o são à toa, normalmente têm mérito". E realmente, todos os autores clássicos com os quais tomei contato nos últimos tempos se mostraram excepcionais.
Particularmente, Machado de Assis é o meu predileto da língua portuguesa. O estilo rebuscado e a inteligência das cenas são fantásticos. A descrição da sociedade e de seus hábitos é excepcional. Algum sarcasmo, a crítica implícita no próprio desenrolar das histórias, tudo é genial.
Abaixo, um trecho de Quincas Borba.
"O rumor das vozes e dos veículos acordou um mendigo que dormia nos degraus da igreja. O pobre-diabo sentou-se, viu o que era, depois tornou a deitar-se, mas acordado, de barriga para o ar, com os olhos fitos no céu. O céu fitava-o também, impassível como ele, mas sem as rugas do mendigo, nem os sapatos rotos, nem os andrajos, um céu claro, estrelado, sossegado, olímpico, tal qual presidiu às bodas de Jacó e ao suicídio de Lucrécia. Olhavam-se numa espécie de jogo do siso, com certo ar de majestade rivais e tranqüilas, sem arrogância, nem baixeza, como se o mendigo dissesse ao céu:
- Afinal, não me hás de cair em cima.
E o céu:
- Nem tu me hás de escalar."
Particularmente, Machado de Assis é o meu predileto da língua portuguesa. O estilo rebuscado e a inteligência das cenas são fantásticos. A descrição da sociedade e de seus hábitos é excepcional. Algum sarcasmo, a crítica implícita no próprio desenrolar das histórias, tudo é genial.
Abaixo, um trecho de Quincas Borba.
"O rumor das vozes e dos veículos acordou um mendigo que dormia nos degraus da igreja. O pobre-diabo sentou-se, viu o que era, depois tornou a deitar-se, mas acordado, de barriga para o ar, com os olhos fitos no céu. O céu fitava-o também, impassível como ele, mas sem as rugas do mendigo, nem os sapatos rotos, nem os andrajos, um céu claro, estrelado, sossegado, olímpico, tal qual presidiu às bodas de Jacó e ao suicídio de Lucrécia. Olhavam-se numa espécie de jogo do siso, com certo ar de majestade rivais e tranqüilas, sem arrogância, nem baixeza, como se o mendigo dissesse ao céu:
- Afinal, não me hás de cair em cima.
E o céu:
- Nem tu me hás de escalar."
Recentemente, enquanto estava "blogsurfing", deparei-me com uma página muito engraçada, com as notícias que gostaríamos de ver.
Destaque para o Gerador de Músicas Tribalistas. Eis a minha música Tribalista:
Todo mundo no mundo
Faço sabonete no saturno soberbo
Divino macarrão
Ninguém é de todo mundo no mundo
Bis
Seja em Rio de Janeiro, Moscou
Vamos cafungar, vamos administrar
Lagarta linda links you
Vamos cafungar, vamos administrar
Amor de tio, desmundo!
Girou a Terra, a terra de Eliza
Vamos cafungar, vamos administrar
Boneco branco, na bola
Repita 102 vezes até você ser deportado
Destaque para o Gerador de Músicas Tribalistas. Eis a minha música Tribalista:
Todo mundo no mundo
Faço sabonete no saturno soberbo
Divino macarrão
Ninguém é de todo mundo no mundo
Bis
Seja em Rio de Janeiro, Moscou
Vamos cafungar, vamos administrar
Lagarta linda links you
Vamos cafungar, vamos administrar
Amor de tio, desmundo!
Girou a Terra, a terra de Eliza
Vamos cafungar, vamos administrar
Boneco branco, na bola
Repita 102 vezes até você ser deportado
Tuesday, January 07, 2003
Abril Despedaçado
Estas férias estão acabando com os meus preconceitos.
Continuando a saga do indivíduo que não gostava de musicais: no dia seguinte, quando entregou o filme, o tal indivíduo - que também não gostava da maioria dos filmes nacionais - resolveu pegar Abril Despedaçado.
E o indivíduo não sabe até agora se foi aquele céu tão azul contrastando com a poeira do sertão, ou se foi o menino olhando para o céu chuvoso, ou se foi o mar; sabe que alguma dessas coisas, ou todas elas, ou outras, deixaram ele quase triste, pensativo. E o indivíduo sabe que só os melhores filmes fazem isto.
Excelente.
Somando com Cidade de Deus, o resultado é a consagração de 2002 como o melhor dos últimos anos na produção cinematográfica nacional.
Estas férias estão acabando com os meus preconceitos.
Continuando a saga do indivíduo que não gostava de musicais: no dia seguinte, quando entregou o filme, o tal indivíduo - que também não gostava da maioria dos filmes nacionais - resolveu pegar Abril Despedaçado.
E o indivíduo não sabe até agora se foi aquele céu tão azul contrastando com a poeira do sertão, ou se foi o menino olhando para o céu chuvoso, ou se foi o mar; sabe que alguma dessas coisas, ou todas elas, ou outras, deixaram ele quase triste, pensativo. E o indivíduo sabe que só os melhores filmes fazem isto.
Excelente.
Somando com Cidade de Deus, o resultado é a consagração de 2002 como o melhor dos últimos anos na produção cinematográfica nacional.
Lock, Stock and Two Smoking Barrels
(Cartadas, Trapaças e Dois Canos Fumegantes)
Do mesmo diretor de Snatch, Guy Ritchie, sem sombra de dúvida. Parecido, não tão bom. Certamente Snatch foi uma evolução da idéia deste filme, chegando a quase repetir alguns personagens. De qualquer forma, cheio de violência gratuita e, conseqüentemente, divertidíssimo.
(Cartadas, Trapaças e Dois Canos Fumegantes)
Do mesmo diretor de Snatch, Guy Ritchie, sem sombra de dúvida. Parecido, não tão bom. Certamente Snatch foi uma evolução da idéia deste filme, chegando a quase repetir alguns personagens. De qualquer forma, cheio de violência gratuita e, conseqüentemente, divertidíssimo.
Bomba Atômica
O ministro da Ciência e Tecnologia, Roberto Amaral (acima), deixou implícito em entrevista à BBC que o Brasil deve dominar a tecnologia para construção da bomba atômica. Depois, negou e disse que foi um mal entendido. Provavelmente ele realmente acha que devemos saber fazer bomba, mas negou para parecer politicamente correto, pacifista, estas coisas. Como é adorável a política.
Eu acho que o Brasil deve investir na pesquisa nuclear, incluindo o que tange os armamentos nucleares. Em primeiro lugar, por que se "eles" podem, nós também podemos. É ridículo aquele imbecil do Bush, com o maior arsenal nuclear do mundo, prestes a começar uma guerra com o Iraque e pressionando a Coréia do Norte porque eles supostamente têm bombas. A hipocrisia de todos, incluindo o conselho de segurança da ONU, é impressionante.
Além disso, o Brasil, que é um dos maiores produtores mundiais de urânio, atualmente precisa importá-lo para utilizar nas usinas nucleares. Certo, as usinas nucleares aparentemente não são a melhor opção energética para o país, mas se vamos mantê-las, que seja decentemente.
Por último, a pesquisa dos processos de fissão e fusão nuclear traz consigo imensos avanços na área das ciências exatas. Matemática, Física e Computação são grandes beneficiados de pesquisas nesta área, como apontado pelo ministro. É através destes grandes projetos (nuclear e espacial) que se motiva pesquisa realmente relevante e se desenvolve tecnologia de ponta em diversas outras áreas.
O Brasil ficou muito tempo só observando os desenvolvimentos nesta área feitos em outros países. É hora de fazer nós mesmos. Certo está o ministro, que no fundo concorda com o Enéas (a esta altura, sorrindo com um ar de superioridade na Câmara - 'eu não disse?'), mas diz pra todo mundo que "não é bem assim".
O ministro da Ciência e Tecnologia, Roberto Amaral (acima), deixou implícito em entrevista à BBC que o Brasil deve dominar a tecnologia para construção da bomba atômica. Depois, negou e disse que foi um mal entendido. Provavelmente ele realmente acha que devemos saber fazer bomba, mas negou para parecer politicamente correto, pacifista, estas coisas. Como é adorável a política.
Eu acho que o Brasil deve investir na pesquisa nuclear, incluindo o que tange os armamentos nucleares. Em primeiro lugar, por que se "eles" podem, nós também podemos. É ridículo aquele imbecil do Bush, com o maior arsenal nuclear do mundo, prestes a começar uma guerra com o Iraque e pressionando a Coréia do Norte porque eles supostamente têm bombas. A hipocrisia de todos, incluindo o conselho de segurança da ONU, é impressionante.
Além disso, o Brasil, que é um dos maiores produtores mundiais de urânio, atualmente precisa importá-lo para utilizar nas usinas nucleares. Certo, as usinas nucleares aparentemente não são a melhor opção energética para o país, mas se vamos mantê-las, que seja decentemente.
Por último, a pesquisa dos processos de fissão e fusão nuclear traz consigo imensos avanços na área das ciências exatas. Matemática, Física e Computação são grandes beneficiados de pesquisas nesta área, como apontado pelo ministro. É através destes grandes projetos (nuclear e espacial) que se motiva pesquisa realmente relevante e se desenvolve tecnologia de ponta em diversas outras áreas.
O Brasil ficou muito tempo só observando os desenvolvimentos nesta área feitos em outros países. É hora de fazer nós mesmos. Certo está o ministro, que no fundo concorda com o Enéas (a esta altura, sorrindo com um ar de superioridade na Câmara - 'eu não disse?'), mas diz pra todo mundo que "não é bem assim".
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